QUESTÃO ÁGUA EM OURINHOS TEM DEFINIÇÃO TÉCNICA, NÃO POLÍTICA OU POR IMPOSIÇÃO

Opinião

QUESTÃO ÁGUA EM OURINHOS TEM DEFINIÇÃO TÉCNICA, NÃO POLÍTICA OU POR IMPOSIÇÃO

Mas, a oposição ao governo Lucas Pocay ou é ignorante no saber ou não quer de fato entender, continuando a praticar um terrorismo virtual contra a própria população ourinhense ao buscar fazê-la entender ser uma incompetência e desrespeito ao povo da cidade por quem Administra.

Deixando a incompetência de lado, pois se fosse a oposição competente ainda estaria no poder, falemos do desrespeito.

Desrespeito é transmitir mentiras criminosas sobre a real situação da falta de água na cidade, apontar como culpados por sua falta quem está trabalhando para o saneamento dos problemas com seriedade enquanto estes mesmos “salvadores da pátria, que dizem não ter qualquer interesse financeiro nisso tudo” se fazem de vítimas e continuam a mentir aos cidadãos de bem terem feito algo na Administração passada para sanar os problemas da água hoje. Tudo balela, não houve investimentos anteriores nesse sentido.

Desrespeito é dizer ser do povo, estar representando e defendendo o povo, o mesmo povo que sofre com essas mentiras, pois foram eleitos por quem?? Quem lhes pediu para ser representados??? Um ou outro amigo ou amiga do mesmo time??? Isso é representação pública??

Desrespeito é agredir verbalmente a Administração Pública legalmente eleita para tanto, não se conformando com resultados eleitorais anteriores e buscando com má-fé e intelectualidade duvidosa angariar votos para a futura legislatura ou até mesmo para o Executivo, impondo-se como “supostos representantes”, ainda que a população realmente esteja carente de representantes na Câmara Municipal de Ourinhos.

Desrespeito é a tentativa terrorista de impor revoltas do povo contra a Administração Pública, na ânsia desesperada de demonstrar suposta liderança a quem, esclarecido ou não, tem todo o direito de escolher, de apoiar, de trabalhar e de gostar de determinada pessoa ou grupo de pessoas no poder, recebendo ou não pelo trabalho realizado.

Quem eleito(a) democraticamente, escolhido para Administrar a cidade, seja este ou aquele, tem autorização pública, ou seja, de toda população, para gerenciar o dinheiro dos impostos arrecadados, projetar e executar obras de acordo com a disponibilidade financeira e não ao prazer de meia dúzia de opositores políticos que gostariam de tomar o poder apontando buracos de rua e lâmpadas queimadas, falta de água e saúde precária, quando tudo está sendo feito desde o início pela Administração.

Ademais, com que elemento humano estaria contando a oposição que não possui candidatos, tanto para a vereança como muito menos para o governo municipal? Querer é uma coisa, poder é outra. Estamos em uma democracia, primeiro existe uma coisa que se deve ter para alcançar o poder, votos, sendo certo que ainda falta um ano para as eleições e até o momento nem candidato existe na oposição enquanto a Administração do prefeito Lucas Pocay trabalha, moderniza, saneia e embeleza a cidade, dá conforto e segurança à população, resolve a questão Saúde, falta de água e causa empregos, entre outros, administrando com competência e seriedade, inteligência e humanidade, junto ao cidadão, não sendo necessário que a Administração minta ao povo (como está um reduzido grupo de oposição fazendo nas redes sociais), para colecionar os votos necessários a reeleição, pois já provou sua competência, seriedade e inteligência para continuar a administrar a cidade.

A água tratada em Ourinhos vem escasseando há anos, pois com a ETA projetada para suprir 60 mil habitantes, é sabido ser impossível abastecer praticamente o dobro, ainda que contando com alguns poços artesianos, e nem se diga ter havido investimentos anteriores ao governo Lucas Pocay.

Não há, portanto, incriminar a atual Administração que busca resolver e está a trabalhando para isso, para resolver o problema da água em definitivo, pois se a oposição não o fez enquanto podia e tinha o poder para tanto, também não há querer impor, agora que estão fora da Administração, que se faça independente das condições financeiras, inteligência e coragem que não tiveram, devendo aguardar para quando, um dia, possa voltar a Administração Pública para poderem seus companheiros, quando vencerem as eleições, democraticamente exercerem tais funções e possuírem tais poderes e, se até lá o problema da água não estiver resolvido, que então possam fazer jus aos próprios desejos e salários.

Jornal Web TABLÓIDE