NEGOCIAÇÃO SUSPEITA NA SAE OURINHOS??

Um procedimento para “concessão” de talvez único serviço público rendoso ao município levado a cabo com muita falta de transparência ao público interessado é no mínimo suspeito.

Em ano eleitoral podemos esperar de tudo na tentativa de captar votos e apoios ou dinheiro para financiamento de campanhas, e nisso podemos incluir “concessões” públicas, atentando para os casos que não são previstos qualquer contrapartida financeira que proporcione algo palpável e lícito formalizado ao Município, onde é sabido importar muito dinheiro público, de tarifas a que o munícipe tem obrigação de pagamento, um negócio lucrativo e certo, desprovido de riscos.

É nisso que a população está em dúvida e pode ter razão diante da falta de conhecimento da “negociação” a que está sendo submetida a SAE – Superintendência de Água e Esgotos de Ourinhos, a Galinha dos Ovos de Ouro da cidade, tanto por sua independência financeira a que se orgulha a Administração com lucrativos serviços essenciais prestados, cujas tarifas aumentaram repetidas vezes antes da miserável publicidade aplicada no caso, o que não condiz com os milionários gastos com a ÚNICA PROPAGANDA pagos pelos munícipes, pois não se percebe a imprensa nos trabalhos institucionais, mas apenas nas páginas sociais do próprio prefeito (não pagas) Lucas Pocay, até parecendo que todos trabalham para o prefeito e não para o Município de Ourinhos, daí talvez devesse o Município aumentar a verba de publicidade para ter direito a publicidade institucional e não só pessoal.

A população não tinha conhecimento até então de tanques metálicos licitados e comprados para ampliação da ETA, até mesmo a milionária mídia governamental não sabia desse evento desde que não teve nenhuma publicidade, nem mesmo a pessoal do prefeito, o que se percebe é a inoperância dos responsáveis pela mídia institucional, praticamente inexistente, mas por onde o dinheiro público se esvai sem contrapartida (quem sabe, talvez uma tão em moda rachadinha).

Mas, voltando ao primeiro caso, devido a falta de transparência, cabe ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas ou até a Polícia Civil investigar e proteger a população, o dinheiro público, de negociações supostamente escusas, no mínimo suspeitas, na falta de uma Câmara Municipal séria e vereadores que justifiquem os altos salários recebidos (fora as participações extraoficiais dos políticos profissionais).

JORNAL TABLÓIDE